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domingo, 20 de maio de 2012

Casos de dengue caem cerca de 80% em Guarulhos


Por Ronaldo Paschoalino
Do Diário de Guarulhos

O Ministério da Saúde divulgou na manhã de ontem, uma redução de 44% nos números de casos de dengue no Brasil nos primeiros quatro meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Em Guarulhos, a redução foi ainda maior conforme os números da Secretaria Municipal de Saúde; pouco mais de 80% de queda nos casos foram registrados nos quatro meses de 2012.
Conforme a Pasta municipal, no ano passado foram confirmados 778 casos no primeiro quadrimestre diante de 157 do mesmo período deste ano. Já a nível nacional foram registrados 286.011 casos no mesmo período de 2012 contra os 507.798 casos dos primeiros quatro meses de 2011. Somente os estados de Tocantins, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Mato Grosso registraram alta nos casos de dengue até o momento neste ano.
O Ministério da Saúde informou também que houve redução em 87% nos casos graves da doença. Foram contabilizados 8.630 casos que precisaram hospitalização por dengue hemorrágica em 2011 contra 1.083 até abril deste ano. Já em relação a mortalidade, a redução foi de 80% conforme o ministério. Nos quatro meses de 2012 foram registradas as mortes de 74 pessoas por causa da dengue contra 374 no mesmo período de 2011.
Na região sudeste, o estado do Rio de Janeiro lidera o número de casos de dengue este ano com 80.160 e 17 mortes. Em segundo vem o estado de São Paulo, com 19.670 casos quatro mortes, seguido de Minas Gerais com 14.006 casos e quatro mortes e, por último, Espírito Santo, com 5.560 casos e três mortes.
Sintomas da Dengue Clássica
Febre súbita e Alta (acima de 40 graus)Dor de cabeça forteMoleza e cansaçoManchas vermelhas na pele (como se fosse sarampo)Falta de apetite e diminuição do paladarDor nos ossos e articulaçãoDor nós olhos, principalmente com o movimento ocular
Náuseas e vômitos
Sintomas Dengue Hemorrágica
Confusão mental agitação e insôniaSangramento nas gengivas, boca ou narizPele pálida, umida e friaDores abdominais continuasSede e boca secaPulso fracoDificuldade em respirarVômitos intensos
Perda da consciência

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Demanda no Hospital da Criança cresce mais de 100%, relata Saúde

Grande demanda no HMC
Por Deisy de Assis
Da Folha Metropolitana

Uma alta na demanda do Hospital Municipal da Criança e do Adolescente (HMCA) provoca caos. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a média de 189 atendimentos diários, registrada em janeiro, passou para 420, neste mês, o que significa aumento superior a 100%.
Dezenas de crianças estão ‘internadas’, porém, sem leito. “Minha filha de nove meses está internada no corredor da observação”, conta o vendedor Jefferson Santos, 19 anos, que conseguiu acomodar a filha, com pneumonia, no bebê conforto, em cima de uma cadeira.
No local superlotado, a reportagem observou diversas crianças que estariam internadas recebendo a assistência médica no colo da mãe. “A situação é caótica há semanas. Minha filha de sete anos ficou do dia 5 ao dia 7 internada na observação”, comenta Sérgio Santana, 42, oficial de manutenção. Ele frisa o empenho dos funcionários, que tentam suprir a deficiência.
A secretaria alega que a situação se deve à absorção de demanda de municípios vizinhos, por problemas em outros hospitais, e garante a assistência. Quanto às internações na observação, foi informado que está sendo providenciada acomodação extra. Não é possível quantificar o número de crianças no setor por conta da rotatividade. A pasta, porém, informou que o local tem apenas oito poltronas e a internação, 48 leitos de enfermaria.

COMENTÁRIO DO BLOG: A demanda de atendimentos aumentou significativamente no HMC devido ao fechamento da pediatria do Hospital Geral de Guarulhos, gerido pelo Governo do Estado. Como pode um governo que usa o slogam "cuidando de gente" fechar justamente a pediatria do único hospital estadual da cidade?
Se não se preocupa com as crianças, vai se preocupar com quem?
Vergonhoso!!!!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Médicos do Stella Maris podem paralisar atendimento

Médicos do Stella Maris podem paralisar atendimento
Hospital diz que não existe chance de venda à iniciativa privada
Por Wellington Alves
Do Folha Metropolitana

A suplementação de R$ 10,2 milhões do poder público ao Hospital Stella Maris parece não ter resolvido os problemas de falta de pagamento às equipes médicas. Segundo o vereador José Mário (PSDB), os profissionais convocaram uma assembleia para a próxima sexta-feira em que poderão decidir pela paralisação dos atendimentos. “A maioria não recebe salários há dois meses. Alguns até três meses”, diz.
Segundo o vereador, na manhã de ontem a diretoria do Stella Maris informou a representantes de equipes médicas que não há previsão de pagamento das dívidas, nem para os atendimentos daqui para frente. “Essa suplementação não salva o hospital. Temo que seja vendido para o Hospital São Camilo, que não atende pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, afirma.
A assessoria de imprensa do Stella Maris nega reunião oficial para tratar da quitação dos atrasos nos pagamentos dos médicos. O hospital informa que não existe chance de venda do equipamento à iniciativa privada, e que os vencimentos das equipes serão quitados quando o Estado repassar a verba prometida.
A Secretaria de Estado da Saúde promete disponibilizar a primeira parcela dos R$ 7,2 milhões prometidos nos próximos dias.
A Secretaria Municipal de Saúde informa que não tem conhecimento de eventual paralisação dos médicos. A pasta explica que duas parcelas estão em atraso, montante que somente será liquidado com empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A suplementação – diz a secretaria – garante somente os pagamentos a partir de setembro.

Assembleia vai discutir paralisação no Hospital Estella Maris


Diego Calvo
Comerciantes do Itapegica entregaram cerca
de R$ 1 milhão em notas fiscais às irmãs

Por Carolina Soares
Da Redação do DG


Apesar da Campanha SOS Stella Maris (HSM), que tem mobilizado a população e diversos comerciantes da cidade em favor do hospital, o HSM ainda não conseguiu quitar os salários atrasados de algumas de suas equipes médicas. Para tentar resolver o impasse, as equipes se reúnem em Assembleia, na sexta-feira (30), para discutir uma possível paralisação..
De acordo com a Irmã Sebastiana, diretora de assistência da Congregação Filhas de Nossa Senhora Stella Maris, os pagamentos atuais estão em dia, mas enquanto a situação do HSM não for estável os atrasados não poderão ser pagos. “As negociações estão sendo feitas por equipe, já que o valor de débitos varia”, disse ela. Até ontem, o HSM não havia sido informado da Assembleia.
O Hospital Stella Maris ainda não recebeu o aporte de R$ 7,2 milhões que deve vir do Estado. Até agora, foi depositada apenas a primeira parcela do auxílio municipal, acertado em R$ 3 milhões, dividido em 11 prestações. As exigências para que a ajuda fosse depositada foram cumpridas, a Comissão de Acompanhamento, constituída por técnicos da Secretaria Municipal da Saúde, Secretaria Estadual da Saúde e HSM, está trabalhando no equipamento há duas semanas. Já o estatuto do HSM deve sofrer alteração ainda esta semana, para a criação de um novo CNPJ.
Hoje, comerciantes do Itapegica entregaram cerca de R$ 1 milhão em notas fiscais paulistas arrecadadas para o HSM. O balanço da Campanha SOS Stella Maris deve sair no início de outubro. No sábado, as irmãs receberam uma doação com cerca de 500 kg de alimentos.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Programa de controle da tuberculose chega a Guarulhos


Doença é grave, mas pode ser tratada através do SUS

Da Redação Guarulhosweb 

Através de uma parceria entre as secretarias Municipal e Estadual de Saúde, Guarulhos foi contemplada pelo Programa de Comunicação e Mudança de Comportamento para Controle da Tuberculose. A iniciativa é uma ação de combate à doença que usará meios de abordagem à população através de palestras e intervenções "cara-a-cara". Agentes da ONG Rede Paulista de Controle da Tuberculose devem distribuir durante esta semana material educativo para os profissionais de saúde.
Além da cidade, o bairro paulistano da Freguesia do Ó e a Penitenciária de Franco da Rocha receberão as visitas do projeto piloto. A tuberculose é uma doença bacteriana que atinge primeiramente os pulmões, podendo chegar aos ossos, rins e meninges. Estimativas indicam que cerca de 30% da população esteja infectada com o bacilo da doença, embora isso não signifique que a tuberculose esteja ativa.
A transmissão pode acontecer através de espirros ou tosse. Consumidores de álcool, drogas e cigarros formam o grupo que tem maior risco de contração da enfermidade. Entre os principais sintomas, estão a tosse por mais de três semanas, fraqueza, febre baixa, falta de apetite, suor noturno, emagrecimento. A doença tem cura e o tratamento é gratuito pelo SUS. e disponível para toda população no Sistema Único de Saúde (SUS).              

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Lixo e animais mortos são jogados em água parada no Jardim São João


No local é possível encontrar até mesmo carcaças de animais
No local é possível encontrar até mesmo carcaças de animais
Moradores do local teriam inclusive contraído dengue devido à situação

Por Marianna Falcão
Do Guarulhosweb

Um trecho de água parada com aspecto de pântano, na rua Servidão P. de Passagem, no Jardim São João, preocupa moradores e pedestres. Pneus, plásticos, restos de construção e animais mortos são jogados no local.
A costureira Rosa Martins, 46 anos, passa todos os dias pelo trajeto, onde está a água parada e acha inadmissível a presença de animais mortos à beira da via. "Desde quinta-feira o corpo de um cachorro foi jogado no pântano e até agora ninguém tomou nenhuma providência".
A casa mais próxima da água parada, onde reside a auxiliar de serviços gerais, Ildes Pereira, 30 anos, está a poucos metros da sujeira e de restos de animais. "Além do medo da dengue, ainda temo a presença de ratos, mosquitos e sapos", comenta.
O aposentado Celso da Silva Brito, 66 anos, acredita que dois vizinhos pegaram dengue provavelmente por causa da água parada. No entanto, a Secretaria Municipal de Saúde informa que o pântano não oferece risco para a proliferação da doença, porque a larva do Aedes aegypti não se prolifera em água com muita matéria orgânica, como é o caso do local apontado.
Brito ainda defende a ideia de realizar canalização de toda a água para o escoamento ser direcionado para outro lado da rua. O auxiliar Alessandro Moraes de Mello, 37 anos, também gostaria que toda a água fosse canalizada para evitar a presença de lixo. "Quando chove, a situação fica ainda pior, a rua fica proliferada de sujeira", declara Mello.
Segundo a Proguaru uma equipe fará uma visita na rua Servidão P. de Passagem, no Jardim São João, para poder providenciar a limpeza do local.