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terça-feira, 10 de abril de 2012

Prefeitura cria a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil

COMENTÁRIO DO BLOG: Quero parabenizar o prefeito Almeida por essa iniciativa. A Defesa Civil desempenha um papel fundamental para a cidade, onde, através dessa iniciativa é possível criar maior possibilidade de ações preventivas, eliminando riscos aos municípes que habitam residências e locais que ofereçam risco aos moradores. Sei que o ex-diretor Paulo Victor Novaes, agora Coordenador, lutou muito para que esse sonho pudesse se realizar. Boa sorte e sucesso para todos os guerreiros e guerreiras que fazem parte da Defesa Civil de Guarulhos.

Novo órgão terá, entre suas atribuições, a prevenção a desastres

Órgão integrará o Sistema de Defesa e será vinculado à Secretaria de Governo

Da Redação Guarulhosweb

A Prefeitura criou a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec). O órgão terá a finalidade de implementar um sistema permanente de ações de prevenção de desastres, preparação para emergências, assistência humanitária e reestabelecimento da normalidade social.Por meio da lei nº 7.022, publicada no Diário Oficial da última quarta-feira, a Defesa Civil, que antes era um departamento vinculado à Secretaria de Governo, tornou-se coordenadoria e será parte integrante do Sistema Nacional de Defesa Civil (Sindec).
A mesma lei instituiu também o Conselho Municipal de Defesa Civil e o Fundo Municipal de Defesa Civil. O primeiro terá a função de fiscalizar e emitir pareceres das ações realizadas pelo órgão. Será composto por 28 membros efetivos e 28 suplentes (14 representantes do poder público e 14 da sociedade civil) em um mandato de dois anos. Já o Fundo Municipal será responsável pela captação de recursos financeiros que auxiliem no desenvolvimento do trabalho de defesa civil. O aporte destes recursos poderá ser feitos através de transferências de órgãos públicos, por convênios de governos federal, estadual e municipal, doações de pessoas físicas e/ou jurídicas e entidades nacionais e internacionais.

domingo, 23 de outubro de 2011

Bastidores da política de Guarulhos / Coluna Reticências em 21/10


Álvaro Garruzi, Secretario de Desenvolvimento Urbano

Por Pedro Notaro
Do Guarulhosweb


Pegando mal
Ao mesmo tempo em que o secretário Álvaro Garruzi (Desenvolvimento Urbano) vai flexibilizando (ou afrouxando?) o decreto sobre propaganda, cresce a prática irregular, como faixas, painéis e carros de som. Alguns deles, coincidentemente, andam berrando “Pamonha, pamonha, pamonha” pela cidade...
Freud explica
Indagado (ou instigado?) a revelar porque não havia ainda tomado a iniciativa de apresentar um psiquiatra a determinados vereadores, o vereador-médico José Mário (PSDB) saiu-se com esta: “Eu jamais faria isso com um colega... médico, claro!”...
Alguém encara?
Em tom de voz veemente, o vereador Wagner Freitas afirma que o PP, o qual preside, terá chapa de candidatos a vereador superior a dos PV, PTB e DEM somados. Diz ainda que aceita apostas...
Injeção na testa
No afã de criticar Almeida (PT) durante evento do PSDB terça-feira, o vereador tucano Vitor da Farmácia fez duras críticas a formação de ex-sindicalista do prefeito. Detalhe: na platéia havia sindicalistas, como metalúrgicos e químicos...
A casa caiu
O diretor da Defesa Civil, Paulo Vitor (PT), foi convencido a desistir de concorrer à Câmara Municipal. Dizem ainda que deverá apoiar a petista Genilda Bernardes, coordenadora do Fundo Social. Terá sido ele pressionado contra um Paredão?...
Aeronáutica
Em Brasília, o deputado federal Carlos Roberto (PSDB) apresentou projeto de lei que deverá repercutir, principalmente em Guarulhos: ele pretende desativar a Base Área de Cumbica, cedendo a extensa área federal para o município de Guarulhos...
Deu só a palavra
Embora tenha regressado ao PT em tempo hábil, o secretário Orlando Fantazzini (Habitação) não deverá ser candidato a vereador. Seus adversários internos no partido queriam que ele assinasse documento nesse sentido, mas ele se recusou, alegando (com razão...) que seria ridículo. Quem será que ele irá apoiar, hein?...

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Prefeitura paralisa distribuição de dinheiro a moradores da Pallets

Na última segunda-feira a Prefeitura distribuiu R$ 1.500,00 para cada família da comunidade
Na última segunda-feira a Prefeitura distribuiu
R$ 1.500,00 para cada família da comunidade

Total de repasses para famílias pode chegar a meio milhão de reais

Por Marianna Falcão
Do Guarulhosweb

A prefeitura paralisou nesta terça-feira a distribuição da quantia de R$ 1.500,00 para o restante das famílias desabrigadas na favela dos Pallets. A Defesa Civil do Município está trabalhando com uma estimativa de cerca de 300 famílias, que ocupavam a área da favela, contudo cada barraco vai receber somente o valor equivalente a uma indenização, independente se no local havia mais de uma família. Desta forma, serão destinados um total de R$ 450.000,00.
A vendedora, Kátia Dutra Rodrigues, 32 anos, acompanhada da filha - que nasceu um dia depois do episódio do incêndio na favela - ficou cerca de duas horas para conseguir retirar a indenização de R$ 1.500,00, mas acabou indo embora sem o dinheiro, porque o responsável pelo jurídico não fez a liberação da verba. "Faço parte das famílias que perderam tudo por causa do fogo. No momento estou na casa da minha mãe, mas desde segunda-feira estou tentando receber a indenização sem sucesso".
Com a senha número 105 fornecida pela Defesa Civil, o ajudante geral, Paulo Henrique da Silva, 22 anos, não conseguiu retirar o dinheiro em espécie na segunda-feira. Voltou ontem de manhã à favela para retirar sua quantia, mas recebeu a informação de que a Defesa Civil entraria em contato com ele na próxima segunda-feira. "Como fico até a semana que vem? Se só tenho meus documentos e a roupa do corpo".
De acordo com o coordenador municipal da Defesa Civil, Paulo Victor Novaes, a verba destinada aos moradores da favela dos Pallets vem do Fundo Municipal de Habitação, no entanto a prefeitura declara que os recursos foram captados junto a empresas que colaboraram espontaneamente.
Em resposta aos diversos questionamentos, a Prefeitura de Guarulhos informou apenas que a prática de indenizar barracos demolidos é comum e utilizada por diversos municípios como a Capital.
No entanto, a prefeitura deixou de responder as seguintes questões: Qual o número exato de moradores que habitavam a favela? Qual o total de dinheiro que está sendo empenhado para indenização dos moradores? Quantas pessoas já foram beneficiadas com o valor de R$ 1.500,00? Que tipo de controle a prefeitura possui para distribuir a verba? E se há um cadastro com o nome de todos os moradores da favela?  

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Prefeitura distribui R$ 1,5 mil por família na Favela dos Pallets


O dinheiro era liberado mediante apresentação de documentos
O dinheiro era liberado mediante apresentação de documentos

GCM foi chamada para garantir a ordem em área invadida

Por Marianna Falcão
Do Guarulhosweb

A Prefeitura, por intermédio da Defesa Civil de Guarulhos distribuiu, nesta segunda-feira, dinheiro em espécie até para famílias sem cadastro na favela dos Paletts. Os moradores desapropriados por determinação da justiça devido à reintegração de posse poderiam retirar uma quantia equivalente a R$ 1.500,00. Para isso, bastava apresentar um documento original, que era xerocado na hora, às margens da avenida Educador Paulo Freire, seguimento da rodovia Fernão Dias.
No entanto, a falta de um controle específico - sobre quantos moradores foram atingidos pela ordem judicial - pôde favorecer para que outras pessoas que não faziam parte da favela dos Pallets recebessem o valor dos R$ 1.500,00. "Só precisei apresentar o RG e dizer que tive meu barraco destruído com o fogo para pegar o dinheiro, mas comigo de fato ocorreu essa situação. Porém, também vi pessoas que não eram da comunidade retirar a quantia em espécie", declara a doméstica Maria Gorete Rocha, 43 anos. Apenas as 74 famílias cadastradas, desde 2009, pela prefeitura serão beneficiadas com o programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida. Contabilizando somente estes moradores, a prefeitura gastaria cerca de R$ 111 mil para manter o auxílio-aluguel equivalente a R$ 300,00 até o mês de fevereiro. No entanto, como o incêndio desalojou 300 famílias, a importância pode chegar a mais R$ 450 mil.
Questionada sobre o assunto, a assessoria de imprensa da prefeitura não soube informar qual é o total da verba destinada para as famílias da favela, nem dizer sobre a origem do dinheiro - não citaram a Secretaria que destinou a verba.
Além das questões acima, a assessoria também não informou a quantidade total de famílias que habitavam o local, que atualmente estão desabrigadas, e quantas pessoas já haviam sido beneficiadas. A reintegração de posse realizada ontem de manhã pela Prefeitura de Guarulhos cumpriu a ação judicial da 1ª Vara da Fazenda Pública e da Promotoria do Meio Ambiente e Habitação de Guarulhos, de 2007.