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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Lojistas da Otávio Braga denunciam onda de assaltos

Lojistas da Otávio Braga denunciam onda de assaltos
Lojistas reclamam da falta de uma base policial
Por Chico Junior
Da Folha Metropolitana

Estabelecimentos da Avenida Otávio Braga de Mesquita, na Vila Barros, têm sido alvo de uma série de assaltos. Foram cinco ocorrências somente na semana passada. Segundo relatos de comerciantes, os criminosos aproveitam o fim da tarde, por volta de 17h e 18h – apesar do grande movimento da via. As vítimas reclamam de falta de base policial na região, e afirmam que semelhante onda de crimes foi realizada no primeiro semestre do ano.
“É a segunda vez que fazem isso no bairro”, conta Valéria Silva de Oliveira, proprietária de um dos estabelecimentos que sofreram duas ações criminosas no início deste ano. Em ambos os casos, os crimes ocorreram no dia seguinte a datas comemorativas. “Um foi depois do Dia das Mães e o outro foi depois do Dia dos Pais”, lembra. Nas ocasiões dos crimes não havia funcionários. As ações foram realizadas quando o estabelecimento estava fechado. Leia mais.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Base da PM é desativada e população reclama de assaltos

Base da PM é desativada e população reclama de assaltos
Comerciantes da região alegam aumento do
número de assaltos no bairro
Por Vanessa Coelho
Do Folha Metropolitana

A desativação de uma base comunitária da Rua Antônio Tava, em Bonsucesso, deixou um clima de insegurança entre moradores do bairro, que alegam aumento no número de assaltos a comércios da região. A base existia há 26 anos e foi desativada em março pelo tenente-coronel Antônio de Melo Bellucci, comandante do 31º Batalhão da Polícia Militar.

Nos últimos meses um grupo de moradores custeou a reforma do prédio, que teria custado mais de R$ 12 mil, entre valores de materiais e mão de obra. “Eles reclamam que a base não oferecia segurança para os policiais, mas e nós, como ficamos? A praça em frente da base virou ponto de drogas; eu e vários vizinhos já fomos assaltados várias vezes, inclusive à mão armada”, reclama o comerciante Antônio Ribeiro, 58 anos.
Sem condições
Questionado, o capitão Ademar Neto, da 2ª Companhia do 31º BPM, afirmou que não houve aumento estatístico de criminalidade, embora saliente que isso pode ocorrer devido à baixa notificação. Segundo ele, a antiga base não oferecia padrões de segurança e estrutura mínimos para a continuidade dos trabalhos. “Nosso Centro de Obras fez um projeto novo para base, mas ele não foi cumprido, o prédio precisa ter acessibilidade a deficientes físicos. Temos interesse em voltar, mas do jeito que está não tem condições”, disse.

COMENTÁRIO DO BLOG: Segue abaixo o comentário do sr. Alberto Angentino Valladares sobre essa decisão do Comando da Polícia Militar, escrito em um belo portunhol.

"Mais uma base desativada !!!, onde que os responsavels pela segurança querem levar nossa cidade ?; ao caos.....sempre os palestrantes de Brasil e de outros paises incentivaram a implantação das mesmas, Japon por exemplo apresentaram propostas como a de integrar a comunidades com as autoridades a travez do policiamento comunitario aproximando a policia da população de uma região, ou seja: uma celula da policia militar instalada numa base comunitaria contruida pela comunidade...muito dinheiro se gasta na campanha do desarmamento e muito pouco e investido na modernização das policias ,melhores salarios,aumento de viaturas e de efetivos (policiaes) enquanto não tiver uma integração prefeitura e estado Guarulhos sofrera por isso ...este tipo de pauta deberia ser discutida no gavinete de gestão integrada municipal GGIM. comveniada com o PRONASCI .. .segundo a Constituição ( Art. 144); segurança publica e deber do estado, dereito e responsavilidade de todos.....de todos ,de todos, de todos".